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IT’S NOT A TUMOR!!!!

Ola Veras! faz muito tempo que não escrevo aqui que até esqueci como começar um texto decentemente, portanto, vamos direto ao ponto. Arnold Schwarzenegger e suas frases clássicas.

Se você já viu algum filme deste astro austríaco do fisiculturismo e do cinema sabe que ele sempre fez o papel de brucutu em seus filmes e que na maioria deles, existem frases clássicas. Um exemplo destas frases é a que dá nome a este post. Ela foi dita no filme “Um tira no jardim de infância” (1990) reproduzida no vídeo abaixo:

Outras frases como “I’ll be back”, “Get down!”, “come with me if you want to live” e “Get to the choppa” marcaram tanto que o vocalista da banda “As I Lay Dying”, Tim Lambesis decidiu criar a banda Austrian Death Machine, uma banda de metal que homenageia todas as grandes frases de Schwarzenegger.

Eles lançaram seu primeiro cd, Total Brutal (referência  Total Recall, filme de 1990) em julho de 2008. Tim grava todo o vocal, baixo, guitarra e bateria (SIM!!) enquanto Chad Ackerman apenas faz as vozes e personificação do Arnold.

Logo em 2009 já lançaram um segundo cd chamado Double Brutal, um cd duplo em que o primeiro cd continha músicas originais e o segundo continha covers.

Segue abaixo algumas das músicas da banda. Todas elas fazem referência a alguma frase dos filmes de Arnold.






Espero que tenham gostado e lembrem-se: GET DOWN!

Viagem em ondas sonoras

Olá meus queridos Veras. Hoje trago-lhes um dos jogos mais inovadores que já joguei. Não vi nenhum outro game que tivesse a mesma ideia que o lindo game lançado em fevereiro de 2008 pela Invisible Handlebar. Estou falando de Audiosurf. 

Lançado pela plataforma online Steam, o game custa, atualmente, míseros 10 Obamas. Digo mísero por um fator chave no jogo: ele é INFINITO! Audiosurf lê um arquivo de som do seu computador, analisa a música e cria uma “pista” para ela. Nessa pista você terá que guiar uma espécie de nave espacial (existem varias naves diferentes que representam modos diferentes de jogo e dificuldades diferentes) pegando blocos específicos e desvaindo de outros, tudo isso no ritmo e velocidade da música escolhida.

Já que o principal “combustível” para o games são as músicas em seu computador, ele é infinito, sempre terá uma música que vc não terá tocado com certa nave em certa dificuldade.

O game tem suporte para rankings online de todas as músicas jogadas. Audiosurf é uma obra-prima da inovação no gênero de jogos musicais. Perfeito para todos os gamers, casuais ou hardcore e até para não gamers. Se você gosta de música (principalmente eletrônica, o gênero que mais combina com o game) e quer uma diversão, barata, rápida e com um replay absurdo, Audiosurf é perfeito para você.

Clique aqui se quiser conhecer mais sobre o game, comprar ou então baixar a demo do jogo (que deixa você testar com até 5 músicas que você escolher). O game é leve e funciona na grande maioria dos computadores.

No mais, nada mais, até a próxima.

WELCOME TO THE JUNGLE, WE GOT FUN AND GAMES

Logo que entrei na faculdade pensei em fazer um blog, ideia que mais pra frente resultou no blog do Elvis, que você tanto ama (I hope so!). Mas como tudo tem suas etapas, eu comecei escrevendo sobre o meu dia a dia, e hoje nos encontramos justamente no dia de um projeto de post pra esse portal, um ano atrás. Acontece que eu acho que ele ainda pode ser válido para a bixarada que está invadindo os campus ao redor dessas amadas terras tupiniquins, então resolvi repostá-lo pra vocês. Como foi bem no início de tudo, tem muitos palavrões e muita falta de técnica, BUT, resolvi deixar ele intacto para preservar todo o momento 😉

 

Welcome to the jungle, we got fun and games 😉

Trote é a palavra que eu ouço desde o momento que meu nome estava na lista de aprovação. Não sei bem como começou, nem o porque, só sei que essa palavra assombra todos os novos universitarios brazucas.
O que mais fode essa história é que SEMPRE a televisão faz questão de noticiar os piores trotes, não uma, mas porrilhões de vezes, acho que só pra aterrorizar ainda mais as pessoas que estão já estão aterrorizadas pra cacete! Só pra vocês terem um noção, no fim de semana anterior ao meu trote eu assisti a pessoas tendo que beijar porcos e tomarem banho de merda! Imaginem minha cara.
Bom, passado o momento de desabafo, vou contar como foi o meu primeiro dia de aula. Pus a minha roupa mais desleixada e rumei ao prédio do meu curso. Chegando lá encontrei uns veteranos que perguntaram se eu queria participar do trote. Em um segundo todas as imagens dos banhos de merda passaram pela minha cabeça, e eu disse SIM.
Convenhamos, os anos tem 365 dias, mas quantos são notáveis? Quantos a gente pode pegar e falar “nossa, lembra quando aconteceu tal coisa?” ou “caramba esse é um dos dias que meus filhos vão pirar quando eu contar pra eles”?. O trote é um dia que representa o início do seu curso, então o máximo que podia acontecer era ser uma droga, mas isso num seria muito pior que muitos domingos ensolarados depois de um feriado chuvoso. Por isso eu topei.
O trote começou engraçado, o pessoal botou a gente no sol e passou tinta, polenguinho, óleo e pinga na gente. Depois começaram os apelidos: bixo-mala, bixo-avatar, bixo-ovo, e bixo-reliquia, cada um com sua respectiva tarefa e caracteristica, mais tarde veio o famoso momento em que os bixos tem que arrecadar dinheiro, no farol, nas ruas… cada bixo tem que usar sua criatividade e seu corpo, para conseguir dinheiro para dar aos veteranos, que ao fim do dia compram bebidas para todos os alunos (veteranos e calouros).
Ai credo, os bixos só se fodem, num tem motivo de participar desse tipo de coisa, certo? Errado, a pergunta que você deve fazer pra você mesmo, antes de qualquer coisa é: “eu vou saber brincar?”, e depois “eu vou saber sair se as coisas não sairem bem?”. Se você tiver a respostas dessas duas perguntas, você não vai se arrepender, seja qual for a sua decisão.
Porque o que vos fala garante que jamais deixaria que jogassem merda em sua pessoa… sério! Nessas horas eu correria para um lugar distante… e cheiroso. Mas quando o trote é levado na boa (você vai ser zuado, mas não precisa ir pra sala escura pra isso… se algo parecido acontecer, CORRE QUE É CILADA, BINO!), nada demais acontece, algumas risadas, muitas histórias e até mesmo uns amigos dá pra garantir.
Resumindo a história, meu trote foi bom, estou careca e recomendo aos veteranos que façam trotes divertidos, e aos futuros bixos que entrem na brincadeira, porque esse com certeza, é um dia pra se contar aos seus filhos 😉

Hitler pimpão

Ciente de como esse texto pode ser mal interpretado, vou tentar escrevê-lo da forma mais jornalístico-imparcial possível, deixando toda a adjetivação só no título mesmo.

Sabe Adolf Hitler, aquele pintor famoso? É, aquele escritor! Não? Bom, eu acredito que esse homem se expôs o suficiente para que sua mente fosse uma das mais estudadas da história da humanidade. E essa exposição não foi durante seu período como líder do Partido Nazista não.

“Mein Kampf” (Minha Luta) é o livro que Hitler escreveu quando esteve na prisão, em 1924 e 1925. Nele o ditador junta as teorias socialistas e racialistas para elaborar a tese nazista, criando, assim, um guia ideológico, uma verdadeira bíblia nazista, item obrigatório para cidadãos de todas as idades na Alemanha daquela época. Ah, claro, Hitler também aproveita para contar um pouco de sua história, a origem de seu militarismo, fundamentada com fatos da sua infância. Coisa pouca.

A novidade é que o livro, proibido desde 1945, vai voltar a ser publicado. Ele estava sob posse do Estado da Baviera, que zelava para que as idéias nacional-socialistas não fossem mais divulgadas. O problema é que os direitos cairão em domínio público em 2015, quando poderá ser traduzido e publicado livremente. Sendo assim, o editor Peter McGee resolveu ir preparando o povo, e soltará trechos do Mein Kampf, acompanhados de comentários de um pesquisador, situando-o historicamente e deixando claro a loucura das idéias neles expostos, para a alegria do Papa. Segundo McGee, “Uma vez exposto, ele pode retornar à lata de lixo da literatura”.

“Maritime Nocturno” é um dos quadros que Hitler pintou quando tentava ganhar a vida como artista em Viena, aos 23 anos. Algumas de suas obras estão com a família de um colega de Hitler na época, que eventualmente as oferece para leilão. Essa acaba de ser arrematada pela bagatela de 73 mil reais (mais do que o valor estimado), em uma casa de leilão na Eslováquia. O quadro tem 60 por 48 cm e mostra a lua cheia iluminando o mar. O nome do comprador não foi revelado.

O que você acha? Vale a pena ostentar uma obra de Adolf Hitler? Não, não o ditador… o homem pensante! Nós somos homens pensantes, e se usarmos nosso bom senso, nada do que foi pregado por ele e ainda é pelos neonazistas nos influenciará.

Saldo final e incontestável de tudo isso: como você pode ver, o multi-talentoso Hitler não foi talentoso em nada do que fez.

Vera conversa: Marcelo Forlani – Omelete

Jornalista não tem diploma, vira noite fazendo matéria, e ainda tem que ouvir que faz a faculdade mais fácil que existe. É complicado, mas tem um lado bom: às vezes surge a oportunidade de entrevistar pessoas que você gosta e admira. Quando essa pessoa te inspirou a ser jornalista a situação fica ainda melhor. Foi justamente o que aconteceu nesse post. Conseguimos entrevistar Marcelo Forlani, editor do Omelete, que além de ser considerado como o maior site brasileiro de cultura pop, é uma das maiores inspirações desse modesto blog que vos fala.

O papo que rendeu assuntos que vão desde o porque do nome do site, até uma sambadinha de celebridades. Confira logo aqui:

 

Vera com S: Como e quando você decidiu ir para a internet? Outros meios de comunicação eram muito mais populares na época em que o site foi criado.

Marcelo Forlani: Eu era estagiário da 89FM na época em que ela ainda era A Rádio Rock. Quando foi lançado o RockWave, site oficial da emissora por muitos anos, me ofereceram uma efetivação para ajudar a cuidar do site. Era uma época em que diziam que a internet era uma “modinha”,  e mesmo sem saber nada sobre ela resolvi me arriscar. Nunca mais saí do meio.

Foto: reprodução OmeteTV

Vera:  De onde surgiu a idéia do site? E por que Omelete?

Marcelo Forlani: O Érico Borgo (também editor) e eu somos amigos desde a escola e na época costumávamos ir a uma banca depois da aula para comprar gibis. Nos reencontramos muito tempo depois, ele trabalhava na Metal Pesado e eu na Abril Jovem, na época das principais editoras de HQs do país. Começamos a conversar e tínhamos uma ideia parecida, de criar um site para aumentar e melhorar o mercado brasileiro de quadrinhos. Mas sabíamos também que se falássemos só sobre quadrinhos, continuaríamos falando para as mesmas pessoas e o mercado não cresceria. Daí veio a ideia de colocar novos “ingredientes”, novos temperos, como cinema, música, games, etc. Daí Omelete.

Vera: Como o site estourou? Qual o número de visitas hoje, e qual era esse número no início?

Marcelo Forlani: Como conhecíamos bastante de quadrinhos, quando Hollywood começou a adaptar as HQs para os cinemas, como Homem-Aranha e X-Men, nós montávamos especiais gigantescos falando dos personagens e dos criadores. Estes artigos foram se espalhando. Hoje temos 200 mil leitores diários. No começo, quando chegamos a 200 rolou até festa. Cada degrau sempre foi muito comemorado aqui dentro.

Vera: Qual o melhor e o pior evento que você já cobriu?

Marcelo Forlani: A primeira Comic-Con a gente nunca esquece. Mas já tive que ver muito filme ruim. E participei de coletivas de imprensa com a Sra. Maria “Xuxa” Meneghel.

Vera: Quanto às celebridades que vocês tiveram contato, quais foram as mais e menos simpáticas? Algo de curioso aconteceu com alguma delas?

Marcelo Forlani: Todo o elenco de “O Senhor dos Aneis” e Kate Winslett foram entrevistas muito prazerosas. Já Marisa Tomei foi péssima, não sei se é porque o filme que ela estava divulgando era horrível ou se ela é realmente arrogante. Entrevistei duas vezes o Rowan Atkinson quando ele estava lançando o primeiro Johnny English. Em uma das entrevistas, ele entrou na sala com o zíper da calça aberta e quase tropeçou e caiu no sofá quando veio dizer oi. Me senti em um episódio do Mr. Bean.

Vera: Alguma já reagiu de forma diferente ao saber que vocês são do Brasil ?

Marcelo Forlani: Em geral as pessoas adoram saber que você é do Brasil. Algumas começam a cantar, dar uma “sambadinha”. É festa!

Vera: O que você acha do cinema brasileiro atual? Concorda com a indicação de “Tropa de Elite2” para o Oscar?

Marcelo Forlani: Gosto do cinema atual e acho justíssima a indicação de Tropa 2. O filme é muito bom.

Vera: Antes de o Omelete entrar no ar, você sentia falta de algo ligado a cultura na web brasileira?

Marcelo Forlani: Não necessariamente a cultura, mas que falasse o que eu queria ouvir. Este foi outro ponto que levou o site a crescer: a linguagem não era pesada como uma “Bravo” ou o site “Contracampo”, com análises densas sobre filmes. O Omelete sempre foi mais para uma conversa com os leitores, sobre os assuntos que a gente gosta.

Vera: Em 2009, o Fantástico, da Rede Globo, cobriu a Comic Con. O que você acha de uma grande mídia se interessar pelo público nerd? Vocês se sentem ameaçados de alguma forma?

Marcelo Forlani: É a prova de que os estamos na moda. Não somos mais um nicho, somos mainstream. Não nos sentimos ameaçados, a nossa cobertura é muito mais focada do que a deles, que têm que falar para o grande público e de forma bastante abrangente.

 

Todos os jornalistas aqui do Vera agradecem mais uma vez pela entrevista, e desejam ainda mais sucesso para o Omelete, Forlani e cia! Em breve voltaremos com mais entrevistas, inspirações e revelações aqui no Vera conversa, valeus.

Novidades para 2012

Sempre em frente! Tá na hora de mudar, o que vocês acham?

Existem aqueles planos utópicos, de tornar este blog independente, criar um domínio exclusivo, criar um design próprio… mas né, não é fácil. Então, dentro das nossas limitações, a gente tá sempre criando coisas pra facilitar a leitura. E eis aqui o que faremos dessa vez:

1. É com muito prazer que anunciamos a criação da primeira coluna do Vera. Ao cinema, música, e games, junta-se a política! E ao Mario, Ash e Luigi, junta-se a Vampira!

Renata Vomero comandará a coluna O Cálice. A ideia é comentar, uma vez por semana, o que está rolando no país nessa área, com uma abordagem fácil e descontraída, embora crítica. Toda quinta-feira, reserve um tempo pra vir aqui e se atualizar. Um pouco de seriedade nesse blog tão lesado é bom, né. A colunista é também uma jornalista universitária, nossa querida amiga, e com certeza fará você entender e rir dos nossos políticos. Bem vinda!

2. A próxima novidade precisa de um suspense. Para um trabalho de faculdade, conseguimos entrevistar o editor de um dos maiores blogs do país. O site começou humildemente, e hoje cobre os maiores eventos de cultura do mundo. Por tratar também de cinema, música, games e afins, é uma das maiores influências destes que vos falam. O cara foi muito simpático, contou alguns podres dos atores de hollywood e esclareceu as maiores dúvidas dos aspirantes a bloggeiros. Quando o número de visitas aqui fizer vocês merecerem, a gente solta o post, hehehe.

3. Devido a tudo isso, nós necessitaremos de mais páginas, mais sessões. Nossa intenção é remoldar os nossos menus, criando um somente para a coluna nova, por exemplo. Além disso voltaremos com as nossas séries de posts, criando tags e categorias que facilitem o seu acesso. A tendência é expandir, por isso esperem a criação de mais colunas por aqui! Não se assustem também se mudarmos o background e o cabeçalho um pouquinho. Com isso, facilitaremos a navegação.

Talvez tudo isso seja mais empolgante para nós do que pra vocês, mas fato é que a gente tá muito feliz, e queremos contar com vocês pra divulgar esse blog pelo mundo. 22 países nos lendo ainda não é suficiente!