Foo Fighters: o império contra-ataca

Aqui no Vera a gente já falou várias vezes sobre o Foo Fighters, mas fazer o que se os caras não param de inovar? E dessa vez está ao acesso de todo mundo.

A nova da trupe de Dave Grohl é um documentário (sim, mais um! mas vale ver a minha crítica e a do Rafael Teixeira sobre o Back and Forth se você ainda não sabe sobre o outro), só que esse está disponível no youtube.

Um ingresso que vale quase como o dourado do Willy Wonka

A ideia dessa vez é a seguinte: se Wasting Ligths foi gravado dentro da garagem do ex-nirvana, por que motivo os shows seriam em outro lugar? Exato, meus queridíssimos, eles tocaram em garagens, e mais do que isso, eles tocaram em garagens de fãs! Só eu acho insano isso? É mais ou menos como… como… sei lá, é Dave Grohl tocando na sua garagem! Nada se compara a isso.

O vídeo dura 40 minutos, e mostra como foi esse processo de tocar na casa de fãs selecionados por um concurso no site oficial da banda.

Um PS pra quando o dono da casa toca All My Life com a banda. É bicho, acho que já sei com o que vou sonhar essa noite 😉

Dica da semana: Kick-Ass / Kick-Ass: Quebrando Tudo

Ah, meus caros Veras, já estava com saudades dos Srs (e Srtas, é claro 😉 ), e o filme dessa semana, na minha opinião, está no top 3 de 2010.

Já falei certa vez aqui no Vera que meço a qualidade de um filme de super-herói pela vontade de sair voando, escalando paredes e caçando vilões que eu saio do cinema. O ponto é que eu nunca consegui voar, escalar paredes, ou caçar vilões (meu máximo foi enfrentar meninos brasileiros, que se achavam valentões estadunidenses), mas tenho que adimitir que eu também nunca tentei. Como assim Felipe? Se pular do prédio tentando voar, você vai morrer  e seus maravilhosos, lindos, e modestos posts no Vera vão terminar! Acalmem-se, não estou falando dessa parte, e sim da parte do “caçar vilões”, afinal, parafraseando o protagonista do filme que eu recomendo hoje, lhes digo: “Se existe tanta gente querendo ser Paris Hilton, como ninguém nunca tentou ser o Homem-Aranha?”.

Juro que essa pergunta ficou na minha cabeça por algum tempo, ou vai me dizer que quando criança você nunca imaginou ser o Super-Homem, ou a Mulher Maravilha? Isso faz parte da nossa infância, mas em algum momento entendemos que podemos levar tiros e morrer, e isso afasta a gente do sonho de andar de collant e máscara pelas ruas. Isso acontece com todos, menos com uma pessoa, Dave Lizewski, que faz com que pelo menos na ficção esse medo se perca.

E é basicamente essa a história de Kick-Ass. Um nerd dos Estado Unidos, Dave Lizewski (interpretado por Aaron Johnson), se cansa de ser um zero a esquerda com as garotas do seu colégio, de apanhar na rua, ser assaltado e ainda ter que lidar com o fato de que agora a família é formada por ele e seu pai (porque sua mãe morreu). Então faz um uniforme, inventa seu próprio Super-herói, e tenta sair nas ruas combatendo o crime. Qualquer semelhança com a história do Aranha não é mera coincidência, Kick-Ass é justamente o conflito entre um adolescente que teve sua infância construida na fantasia, e simplesmente se recusa a acreditar que o mundo não tem salvação e que os heróis que temos se limitam a bombeiros e policiais.


Um detalhe super importante é que o filme não teve uma produtora oficial, ou seja o diretor Matthew Vaughn (que dirigiu X-men: First Class esse ano) tirou a grana do próprio bolso, isso significa que o filme ficou do jeito que ELE queria, ou seja, sangue não é algo controlado. Quando você pensa que a câmera vai cortar para um ângulo em que o ferimento fique mais discreto, e menos chocante, ela continua estática (isso quando não vai para um local onde detalha ainda mais o estrago na pessoa) e tudo isso acontecendo numa Nova York com um colorido digno de Clubber. O céu é azul, os prédios amarelos, sempre em cores muito vivas e fortes. Dando a Kick-Ass um tom irônico que é quase a cereja do sorvete, que faz com que um filme saia do comum e seja citado aqui no Vera ;).

Outra coisa básica para que o filme conseguisse a qualidade que conseguiu é que o roteirista do longa foi Frank Miller, que é ninguém mais ninguém menos que o criador da HQ que deu origem ao filme.

Esse é outro exemplo de filme que quase não passou nas telonas, e que fez sucesso em festivais pequenos e na Comic Con (aliás tocando nesse assunto, se alguém quiser financiar uma viagem pro Vera cobrir a feira, a gente promete que faz tudo direitinho e dá os devidos créditos! haha). A película só ficou em cartaz por cerca de duas semanas no Brasil, e sua divulgação foi quase nula, enquanto nos States ficou em primeiro lugar por semanas a fio, arrecadando uma bilheteria que dá gostinho de continuação (cruzem os dedos!). E não era de se esperar outra coisa, a trama envolve toda uma geração que cresceu no meio do boom do pop mundial (com várias referencias principalmente aos quadrinhos desde os anos 60 até os atuais, como o genial Scott Pilgrim), afinal crescer ouvindo ‘Eu vou, eu vou, pra casa agora eu vou‘ e pouco tempo depois escutar que ‘Dako é bom‘ mostra que temos um pequeno choque de realidades em pouco tempo. Os atores estão simplesmente espetáculares, Nicolas Cage dá um show de atuação (que eu não via ele fazer a eras) sendo Big Daddy um ex-policial com um enorme senso de justiça e vingança, e faz isso ao lado de Chloë Moretz, que faz Hit Girl, uma sanguinolenta super heroína de 11 anos que rouba a cena sempre que aparece, além de Christopher Mintz-Plasse (o eterno McLoving de SuperBad) fazendo um adolescente que eu não vou detalhar, para não perder a graça.

E como se tudo isso não bastasse para você ver, a trilha é muito boa e vai de Elvis a The Prodigy e ainda teve uma música que Mika fez exclusivamente para o filme.

Ou seja, vá à locadora mais próxima e assista, porque o Fe aqui recomenda, e porque algumas situações perfeitas acontecem ao longo do filme, que eu não vou detalhar porque odeio spoilers, mas vou encerar o post com mais uma fala do filme, só pra deixar um gostinho no ar. Por essa semana é só pessoal 😉  “Você não precisa de poderes para ser um super-herói, e com nenhum poder, não vem nenhuma responsabilidade. E não tem nada melhor do que isso” – Kick-Ass.

Dica da semana: Apenas o Fim

Hoje a já tradicional dica da semana do Vera, é… Nossa, acabei de lembrar de quando dei meu primeiro beijo, e de quando fechei meu primeiro jogo de video-game… Apenas o Fim

WTF, Felipe!? Cadê aquelas introduções gigantescas, que pegam metade dos textos que introduzem as dicas que você posta aqui de sexta? E o que foi isso do beijo? E principalmente video-game? Acalmem-se, queridíssimos, não estou louco (só o necessário para ser um bom leitor e cinéfilo de plantão), e esse primeiro parágrafo foi  quase proposital. 😉

A palavra ‘quase’ precedeu a última palavra do parágrafo acima por um único motivo: acredito que nenhuma pessoa que escreve, seja em um blog, um jornal, um papel de pão, que seja, consiga determinar 100% do que sai da sua cabeça. Acho que mesmo que se eu tivesse forçado menos a coisa, o meu texto seria um pouco mais comprimido, por ser atrelado ao filme que está. Mas passado o momento desabafo-escritor vou explicar o porquê do primeiro paragrafo :). Apenas o Fim é exatamente como o início deste texto, direto. Mas ao mesmo tempo, sofre uma série de flashbacks que parecem inúteis a primeira vista, mas se mostram imensamente importantes quando você percebe a delicadeza do filme.

A trama é muito, mas muito básica mesmo. Um estudante de cinema do Rio de Janeiro está quase entrando na sua primeira aula, quando sua namorada aparece e diz que irá desaparecer, e tem mais duas horas na cidade. Com isso ele tem duas opções: gastar esse tempo na cama, ou ter uma ultima conversa. Como o filme não é um pornô, já dá pra sacar qual é a escolha dele. Depois disso, é como se Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças ganhasse sua versão brazuca, com ainda menos ficção, e mais sentimento.

A graça do filme é justamente essa, toda vez que você ouve uma espécie de Revolution 9 (a música mais sinistra dos Beatles), o canto da sua boca vai começar a esboçar um sorriso, típico de quando você está curioso e se preparando para ouvir algo que lhe faça rir. E quando o final vai chegando, você começa a se perguntar se ela vai mesmo embora, afinal um casal que te conquistou durante duas horas não pode acabar assim!

O filme inteiro se passa dentro do campus da universidade, e tem como foco os dois protagonistas: Tom e Adrina, representados respectivamente por Gregório Duvivier  e Erika Mader. Além de algumas participações curtas, mas muito boas, como a de Marcelo Adnet, o filme tem um certo plus para quem nasceu no início dos anos 90, com milhares de referências a essa geração (que vão de Backstreet Boys a Mario, passando por nichos como Kingdom Hearts).

Tive a oportunidade de ver esse filme junto com seu diretor, Matheus Souza, lembro de ter achado o cara um moleque (assim como eu), e de não conseguir entender como alguém com 21 anos estava prestes a levar pra casa o premio de melhor filme na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. A resposta vem clara hoje na minha cabeça. Ele era apenas um moleque? Sim. Mas um moleque que consegue fazer com que um cinema sutil sobreviva na indústria cinematográfica que faz o mundo parecer um filme de Michael Bay.

Chico, o internauta

Ouço dizer por aí que um dia, a gente vai ter um chip na nossa cabeça, e todas as notícias e recursos vão poder ser baixadas diretamente no nosso cérebro (meu pai que adora me contar dessas teorias conspiratórias). Imagina, poder ver todas as novidades do mundo pop com um só pensamento! Enquanto a tecnologia não permite e o governo ainda não chegou nesse nível de domínio sobre a população…

Os artistas continuam a divulgar e apresentar seu trabalho de maneira diferente, e já deu pra ver que o Vera adora e sempre vai falar aqui quando isso acontece. O impressionante dessa vez é que quem apareceu aqui pela internet foi um velhinho de 67 anos. Chico Buarque, que não gravava um álbum de inéditas desde 2001, decidiu entrar nessa onda e divulgar seu novo trabalho, entitulado Chico, pela internet.

Com a ajuda de seus filhos e netos jovens e antenados sua gravadora, Biscoito Fino, ele criou um site, o http://www.chicobastidores.com.br/ em que os fãs podem acompanhar todo o processo de gravação do disco, conferir o lançamento de músicas e até comprar em primeira mão o álbum. Nesta quarta-feira, ele fez um link ao vivo de seu apartamento para tocar Sinhá, uma faixa do disco que ele compôs com João Bosco, e esse vídeo a gente trouxe pra você conferir ali em baixo.

O post eu escrevi mesmo por conta do tanto de risadas que eu dei com esse processo todo. Com um senso de humor que só os fãs entendem, Chico faz piadas sobre suas experiências confusas com a internet, os xingamentos que ele vê cada vez que entra em um fórum sobre ele. E acha engraçado. E ri muito. E claro, nesse link que ele fez, a gente pôde ver cenas de dentro do apartamento dele no Rio, sensacional! Também é engraçado ver um senhor todo atrapalhado sem saber o que fazer direito em frente às câmeras e com transmissão pela internet. Enfim, ele se abre, e dá pra ver que não perdeu o principal: sua voz linda.

O novo começo do amigo da vizinhança

Estava eu feliz e contente navegando pela web, quando do nada me vem uma manchete que me fez dar mortais de costas: saiu o primeiro trailer da nova franquia do Homem-Aranha. É isso mesmo meus caros Veras! Se você ainda não sabia, Spider-Man sofreu um reboot, depois que Sam Raimi (o diretor) brigou com a Sony, por conta de quem seria o vilão do quarto filme (briga que já vinha acontecendo desde o terceiro filme, que se mostrou o pior em termos de inimigos).

O novo Aranha, escaneado da Entertainment

Raimi não só brigou, como largou o cargo e junto com ele todos os atores. A solução? Começar tudo de novo. Mas no lugar de Tobey Maguire (o antigo Peter Parker), entra o amado/odiado Eduardo Saverin de A Rede Social, isso mesmo, Andrew Garfield é o novo Cabeça-de-Teia. E junto com ele entram no elenco Emma Stone (de Zoombieland e Superbad), que assume o papel de Gwen Stacey, e na direção entra Marc Webb (que dirigiu 500 Dias Com Ela).

Bom, o trailer está aqui: 

E está simplesmente incrível, o novo visual do Melhor amigo da vizinhança causa uma certa estranheza, mas está muito bom. No trailer já da pra deixar os fãs da série sacarem quem é o novo vilão do filme, retorna aos quadrinhos com os lançadores mecânicos de teia, e ainda deixa implícito que vai falar bastante sobre os pais de Parker, além do final que deixa uma sensação de Mirror’s Edge no ar (coisa que poderia salvar a franquia de games do Aranha, que nos últimos anos está horrível ).

It’s Friday, friday!

É, bicho. Hoje o grande BOOM do pop-web lançou seu segundo videoclipe.

Sim meus caros Veras, estou falando de R-B-Rebecca Black! E o Vera está aqui para mostrar os 5 melhores produtos que Friday trouxe para o seu, o meu, o nosso… YOUTUBE! Então Let’s Go!

Primeiro vou colocar o novo vídeo da menina, chama “My Moment” e bom, está bem melhor do que o primeiro (também, só My Jeans pra ser pior!)

Que Friday é horrível, ninguém duvida. Rebecca canta mal, o autotune chega a dar nojo, e a letra consegue deixar Bonde do Tigrão altamente poético. E é justamente por isso que estourou. Quando todos pensávamos que Justin Bieber era o ápice do lixo musical, aparece essa menina de 13 anos, fazendo com que Justin (leia jogando a cabeça para o lado) fosse mais valorizado musicalmente (quando eu digo isso, quero dizer além das meninas de 13 anos e de colírios da Capricho). Eu mesmo já presenciei na rua pessoas discutindo que Justin Bieber parecia muito melhor depois da menina-sexta-feira.

Mas todo esse papo foi, como eu já disse, para introduzir as melhores coisas que a gente recebeu por causa dela, e não, não vou falar da foto que vazou da amiguinha dela, vou falar de coisas que todos os leitores podem ver sem medo do parental control 😉

Em quinto lugar (sim vou fazer contagem regressiva, porque acho mais emocionante!): Nigahiga 

Se você não conhece esse japa, don’t worries, ele é um dos maiores Vloggers do mundo, e fez hits como How to be a gangster, que fizeram com que ele fosse o número 1 do youtube por muito, muito tempo. Se você, está com preguiça de ver o vídeo inteiro, pelo menos dá um click aqui, é o resumo mais sincero que alguém poderia fazer sobre Friday.

Em quarto lugar: Inri Cristo

O que me dá realmente medo nesse vídeo, é que eles não quiseram fazer uma paródia (quando quero dizer eles me refiro a todos MENOS Rafinha Bastos, que diga-se de passagem está épico no vídeo). Inri Cristo, se você não sabe, diz ser a reencarnação de Jesus Cristo, e já fez vários hits do pop se transformarem em versões místicas, como por exemplo Toxic e Hot and Cold.

Em terceiro lugar: Brock’s Dub 

Brock é um cara que conseguiu fazer uma coisa diferente com Friday, a dublagem ficou simplesmente perfeita, e agora o cara está estourando com o vídeo Mafia Babies.

Em segundo lugarBad lip-reading 

O Bad lip-reading faz o seguinte: pega uma música pop famosinha, e cria uma outra música, tira o som da original, e coloca o áudio que eles criaram. O resultado é simplesmente genial. Gang fight é uma das minhas favoritas, mas Hot Jumping Beans e o mais novo, Russian unicorn, são muuito bons!

E em primeiro lugar…… Tan tan taaan: Katy Perry 

Ah, se você estava esperando algo inédito, desculpe, mas não dava pra deixar esse vídeo em outra posição, Katy conseguiu deixar Rebecca Black gata (?) e tirar ela do mundo das web-stars que vão ser zoadas eternamente (ok, ela ainda vai ser zoada, mas bem menos!). Além do que as participações especiais são incríveis (Kenny G. cara!).

Bom é isso! Espero que você aproveite esse post, e não se esqueça: sexta feira? Party and party and YEAH!

Game Music: A peça principal da magia dos games

Eu, assim como todo nerd, sempre fui fascinado por games, desde pequenininho mesmo. Super Mario World fazia meus olhos brilharem. Zelda me deixava hipnotizado. Imagina minha reação ao Ver Metal Gear Solid pela primeira vez! Tudo aquilo sempre me levava para outros mundos, completamente diferentes, fazia eu me desligar de tudo e todos. Essa é a magia dos games (até hoje, o meu maior critério pra saber se um jogo é bom ou não, é ver a imersão que ele me causa, a capacidade que ele tem de me levar para aquele universo sem ter a vontade de voltar). Nunca entendi direito o que fazia isso comigo, se eram os gráficos, a jogabilidade, a história, o tema do jogo, eu nunca descobri o que fazia eu me sentir daquele jeito. Até que um dia eu percebi que não era nada visível, muito menos o modo de jogar mas sim a MÚSICA.

A música de um game é parte integrante de um jogo, assim como um filme sem sua trilha sonora não faria sentido, um jogo não tem toda sua magia sem uma boa música. A música liga todos os aspectos restantes de um game. É ela que te dá essa ambientação no universo do game. Não faria sentido invadir a casa de Fidel Castro em Call of Duty: Black Ops ouvindo música clássica. Uma cena tensa necessita de uma música tensa. Certos games têm trilhas sonoras tão geniais que às vezes até me assusto quando começo a cantarolar algumas delas. Pode parecer estranho agora, mas tenho certeza que quando você ouve o celular do seu amigo nerd tocar o tema de Super Mario Bros., eu duvido você não ficar com a música na cabeça.

Ao longo dos anos, a qualidade de som e o amadurecimento dos games trouxeram grandes pérolas, como a trilha sonora da série “Metal Gear Solid”. As músicas de games saíram de seu mundinho e viraram um estilo de música conhecido pelo nome mais óbvio: Game Music.

O cenário da Game Music vem crescendo rapidamente em todo o mundo. Temos no Brasil uma belíssima banda de Game Music chamada Megadriver (www.megadriver.com.br). Eles pegam as músicas de jogos como Sonic, Casttlevania e Top Gear e fazem uma versão mais pesada dessas músicas.

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Para vocês, meus caros Veras, terem noção do quanto a Game Music é importante, a Orquestra do Video Games Live (www.videogameslive.com) corre o mundo tocando musica clássicas de games como Super Mario, The Legend of Zelda, Halo, Warcraft, Bioshock entre muitos outros. O Video Games Live voltará ao Brasil esse ano provavelmente no começo de outubro.


E para terminar com chave de ouro este meu post, coloco aqui a melhor de todas as músicas de games. Uma música que provavelmente todos vocês conhecem e que muitos aqui amam.

Depois de todas essas músicas vocês vão mesmo me dizer que games não são uma forma de arte?

E é isso por hoje meus Veras, espero que tenham gostado de mais um de meus posts nerds!