Know Your Meme #1 Nigel Thornberry Remixes

Olá meus caros Veras. Hoje venho aqui com uma nova ideia que quero implementar no Vera com S, o “Know Your Meme series”.

Essa série de posts funcionará assim, eu venho com um meme que acaba de ser lançado ou já é conhecido na interwebz e explico a vocês como surgiu, o que significa, alguns vídeos ou tirinhas para usar de exemplos, algo bem simpels que ajude vocês a entenderem mais as piadas que aquele seu amigo nerd que não sai do computador (assim como eu) te conta com a maior empolgação e você fica sem entender, dando aquele sorriso amarelo pra não deixa-lo sem graça.

Antes de tudo, o que é um meme? O que caracteriza algo como um meme? Em primeiro lugar, o termo meme surgiu em 1976 no livro “O Gene Egoísta” de Richard Dawkins, defensor radical das teorías darwinianas. Ele diz que “a seleção natural não limita somente a fisiologia, mas sim as características comportamentais do ser. Assim como os genes se propagam de ‘corpo’ em ‘corpo’ através dos códigos genéticos, os memes se propagam de ‘cérebro’ em ‘cérebro’ através de um processo de imitação das ideias”. Na internet “meme” acabou recebendo um outro significado. Criar um meme significa criar uma expressão para uma ideia e fazer com que outras pessoas escrevam sobre esse mesmo assunto dando seu ponto de vista. Mas é claro que essa mania não ficaria limitada ao universo dos blogs. A sensação meme entra nas redes sociais e recebe hashtags com expressões do tipo #FAIL, #TENSO, #TODOSCHORA e muitas outras.

Um resumão de todo esse parágrafo acima seria algo do tipo “meme é tudo aquilo que alguém cria e acaba se popularizando, dando origem a novas versões e cópais”.

Depois de toda essa introdução, eu apresento a vocês o meme da semana: Nigel Thornberry Remixes!

Nigel Remixes (aka Feat. Nigel Thornberry) são misturas de músicas famosas com gemidos sem nexo de Nigel Thornberry, um personagem do desenho da Nickelodeon The Wild Thornberrys. No desenho, Sir Nigel Archibald Thornberry é um documentarista aventureiro com um sotaque britânico inconfundível. O vídeo usado para os remixes foi este:

O remix original que misturava o vídeo acima com a música “Firework” de Katy Perry foi postado no tumblr pessoal de BitCrunch

O remix original espalhou-se rapidamente pelo Tumblr e logo em seguida varios outros remixes começaram a pipocar, dentre eles remixes de músicas de Ke$ha, Lady Gaga e Britney Spears com direito até a montagens das capas dos CDs com a cara de Nigel ao invés das cantoras.

BitCrunch postou um vídeo no YouTube dizendo que a brincadeira toda começou durante uma gigantesca sala no Skype quando um dos integrantes passou o arquivo de áudio, então ele teve a ideia de pegar esse arquivo e usar de ringtone, todos riram da ideia e então ele pensou “putz, quero fazer um remix com isso” e assim nasceram os “Nigel mixes” (sim meus Veras… memes nascem assim, simplesmente do nada). Segue abaixo o vídeo dele falando disso tudo.

E agora alguns dos remixes:

Lady Gaga – “Bad Romance” feat. Nigel:                                   
Ke$ha – “Blah Blah Blah” feat. Nigel:

Adele – “Rolling in the Deep” feat. Nigel:

E o meu favorito:

Britney Spears – Toxic feat. Nigel Thornberry

E por hoje é só pessoal!

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Me vê um de morango, um de chocolate, e um Chê!

Lá estava eu, navegando por alguns sites aleatoriamente, e vi uma das coisas mais bizarras dos últimos tempos. Não sabia se os Veras iam gostar de ler algo sobre isso, mas alguns amigos meus surtaram com isso quando eu mostrei, e até vi alguns blogs postando sobre isso depois… So I’ll post that, and I’ll post now!

Quando eu digo “uma das coisas mais bizarras”, não leve isso pro mal sentido, e sim pro melhor sentido que você pode imaginar. Porque o que eu vi é simplesmente insano de tão foda! Para de suspense Felipe, fala logo! Ok, ok, vou falar! Uma empresa de designs russa, a Stoyn, conseguiu desenvolver sorvetes nos formatos dos maiores ícones do mundo pop. E como se isso já não fosse louco o bastante, eles colocaram os sabores referentes as personalidades desse ícones.
Os sorvetes são do Che, Mario, Marlyn Monroe, Darth Vader, uma lata de spray, Mickey, Donald, e Vladimir Maiakóvski (um poeta russo). Tá, esse não é um ícone pop, mas eles são russos, vamos dar um desconto. Os sabores são incríveis, o Mario, é feito de Tequila Sunrise, Che de mate com rum (SORVETE DE MATE COM RUM!) e assim por diante.

Não tenho certeza, mas pelas minhas pesquisas eles só entregam na Rússia mesmo (sim, também fiquei decepcionado). Se algum leitor habilidoso do Vera descobrir que eles entregam no Brasil, avisa aqui que a gente paga um picolé pra você, haha!

O único problema disso tudo é que parece que os caras não pagaram os direitos de imagem, ou seja esses sorvetes podem estar com dias contados 😦 Então se você tem algum parente na Rússia encomende vários! Aqui o site da Stoyn, que tem todos as fotos e sabores, vale a pena dar uma conferida… e não se esqueça dos Veras aqui 😉

Veraoke: Monte Castelo – Legião Urbana

Aleluia irmãos! Hoje aqui no Veraoke, uma música conhecida, uma banda consagrada no rock nacional. Dessa vez, os autores não estão mais na ativa, infelizmente para o grande público. Renato Russo foi sem dúvida um dos grandes pensadores da música brasileira, um gênio que é lembrado até hoje, nem que seja por meio de homenagens como o recém criado clipe para Eduardo e Mônica. Enfim, tomando por base a forma pela qual ele morreu, dá pra dizer que o cara aproveitou a vida e seu talento, né.

Essa composição é atípica, pois não é uma composição. A bela mensagem é originalmente um texto bíblico, uma carta de São Paulo (que você pode ler aqui). Originalmente em prosa e com muito mais frases, o texto foi adaptado por Camões, que resumiu, adicinou versos e transformou numa bela poesia (que eu lembro de ter visto na escola uma vez, e vocês? haha). E você acha que nosso brasileiro ficou atrás? Não meus Veras, em trabalho igual ao do poeta português, Renato criou uma bela harmonia, adicionou versos e claro, cantou lindamente com a energia típica dele.

Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.

É só o amor, é só o amor que conhece o que é verdade.
O amor é bom, não quer o mal,
Não sente inveja ou se envaidece.

O amor é o fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder.

É um estar-se preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É um ter com quem nos mata a lealdade.
Tão contrário a si é o mesmo amor.

Estou acordado e todos dormem.
Agora vejo em parte,
Mas então veremos face a face.

Não tem como eu explicar essa letra né, é uma mensagem direta. Talvez a melhor mensagem de amor já passada, é um texto bíblico né, uma lei. E essa mensagem passou pela ‘mão’ de São Paulo, Luíz Vaz de Camões e Renato Russo, e eternizou os três. O que você achou que ia sair? Sei que essa não foi uma apresentação e fragmentação de uma letra como de costume, mas… o nome é VeraOKE, cantem, meus fiéis! Erguei as mãos!

(eu escrevi essa merda antes de ver o CQC de ontem)

De um ponto de vista apaixonado

COMO ASSIM UM SHOW DO FOO FIGHTERS NUMA TELA DE CINEMA DIRETO DO ESTÚDIO SÓ PRA MIM É ‘DISPENSÁVEL’, FELIPE GERMANO? Brincadeira, no Vera não há desavenças entre os membros. Quase não há. Quase. Depois de ler a notícia de que Dave Grohl fez uma jam session com Krist Novoselic e Pat Smear, decidi vir aqui dar uma revisão do documentário Back and Forth de um ponto de vista musical. Do ponto de vista de um apaixonado, na verdade. Vamos rever aqui a carreira dessa banda.

Após álbuns sempre bem sucedidos, o mundo aguardou o lançamento de Wasting Light, trabalho que prometia uma volta às origens, a volta da alegria e a definição da formação da banda, agora com três guitarristas (como dizer não a Pat Smear? nem Kurt Cobain o fez). Para seguir a onda de inovações ao lançar CDs, iniciada pelo Radiohead em In Rainbows, os Fighters acharam que seria divertido tocar o álbum na íntegra para seus fãs numa tela de cinema. E foi… o que não fica divertido com as palhaçadas dos músicos/atores?

As gravações do álbum na casa de Grohl sem dúvida renderam bons frutos. Além de um trabalho tranquilo e familiar, sem pressão nenhuma, a confraternização atraiu a reunião de lendas. Para a produção, Butch Vig, o de Nevermind. Para o contrabaixo, Krist Novoselic, o de Nevermind. Para a guitarra, Pat Smear, o de Nevermind. Ao se olharem, imagina o que não veio na cabeça dos ex-integrantes do Nirvana. Incentivados por Krist, os caras decidiram tocar nada menos do que Smells Like Teen Spirit, após 17 anos. Infelizmente, ninguém estava lá pra gravar essa raridade, foi uma sessão intimista, mas sem dúvida emocionante. Ninguém cantou nessa execução, foi pura diversão mesmo. Aí os velhinhos:

Enfim, é imperdível. A cena do Krist, assustado, entrando na casa de Grohl, é épica. É um registro único e sincero dos defeitos e qualidades de uma das maiores lendas do rock (me perdoem os conservadores, mas ele é) e sua banda: Dave Grohl, Foo Fighters. Se você quer ter a chance de pegar uma palheta jogada por ele ao fim de um show, não perca o show 3D. Você vai ter a chance, pelo menos.

Fighter… com S

Desde pequeno, sempre analisei se um filme de super-herói é bom pelo jeito que eu saia do cinema: se eu saísse normal, o filme não era bom. Mas se eu saísse achando que eu podia voar, soltar raio pelos olhos, andar pelas paredes fazendo a mãozinha do homem-aranha, o filme tinha conseguido me tirar daquela sala, e me transportado pro mundo dele, me feito entender, e participar de tudo aquilo. Em Foo Fighters: Back and Forth, eu sai com vontade de fazer música.

Sabe quando você é pequeno e acha que tudo é uma coisa só? E isso dura até o dia que  você está mudando de canal e POW… de repente passa pelo Animal Channel, onde você vê ali bem na sua frente um leão devorando um veado, e descobre que aquele animal não é um bloco, dentro dele existem tripas, ossos, e músculos. Pois é, o documentário sobre a banda é justamente esse leão, ele vai te mostrando desde o início que a banda não é uma coisa simples, bela e planejada; é complicada, decorrente de escolhas que magoam, quase sempre tomadas por instinto. O curioso é justamente isso, o filme em nenhum momento tenta tirar essas tripas da boca desse leão, muito pelo contrário, faz questão de mostrá-las para quem quiser ver, afinal como o próprio líder da banda diz pouco antes dos créditos, ele não mudaria nada.

O filme tenta mostrar que a banda, não se resume a Dave Grohl, mas também a Nate Mendel, Willian Goldsmith, Pat Smear, Taylor Hawkins, Franz Stahl, Chris Shiflett entre outros nomes que influenciam, assombram, e perseguem a banda (como Kurt Cobain). Por outro lado, tenta sempre deixar clara a hierarquia que Grohl aplica sobre o resto da banda, causando discussões, e até mesmo sendo a causa das trocas de músicos na banda, que foi muita falada na mídia durante toda a década passada. Mas ao mesmo tempo mostra sempre o lado humano do antigo baterista do Nirvana, e justamente o drama que foi gerado pela morte de Kurt, e o processo de começar uma nova banda do zero, sendo sempre comparada com o grunge de Nevermind. Para se ter uma ideia, o filme começa com fotos de Dave criança, e termina com ele de cara inchada compondo riffs de guitarra na garagem de sua casa, tentando arranjar tempo entre sua gravação e brincar com sua filha (que protagoniza algumas das mais divertidas cenas do longa).

O andamento de Wasting Lights

O filme é dividido basicamente em três partes: A primeira conta toda a história da banda, desde a entrada de Grohl no Nirvana, até os preparativos para o álbum de 2011 (que conta justamente com participações do produtor e do baixista da banda grunge noventista). A segunda é justamente a preparação desse novo CD, todos os processos de criação, e gravação que foram utilizados para transformar Wasting Light em algo palpável. O terceiro segmento é uma gravação em 3D do próprio álbum, dentro de um pequeno estúdio. Sinceramente, a primeira parte é simplesmente genial, o já premiado com oscar, James Moll, dirige o filme de modo que muita informação venha em um curto tempo, de forma que não te sufoca, mas vai te deixando no mesmo ritmo que as ágeis guitarras e baterias da banda. A segunda continua sendo interessante, fazendo você entrar dentro do processo criativo dos caras (com direito a ver rascunhos de letras sendo improvisadas, e um quadro gigantesco que é pintado conforme o avanço das gravações). Por outro lado, o show em 3D é simplesmente dispensável, afinal quem é fã da banda e já viu shows como o de Wembley (que é citado e mostrado no filme), ou o recente show no programa do Letterman (que pode ser visto aqui) vai achar essa apresentação dos Fighters um tanto quanto chata, afinal eles tocam apenas músicas do novo álbum, dando a sensação de que essa parte é simplesmente um merchan pro CD.

Anyway, o documentário é realmente muito bom, e não é atoa que conseguiu vender aproximadamente 10 mil cópias em nove dias (sim fora do Brasil, ele já está em DVD/Blu-ray), alcançando o primeiro lugar na Billboard, vai fazer você, que não conhece a banda, ter a chance de ter um primeiro contato com uma das maiores bandas desses últimos anos. E você que já conhece, ter uma maior noção sobre a música dos caras, e começar uma seção começar com Dave sendo um Deus, e terminá-la com ele sendo um homem.

Dica da semana: Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças

Chegou galera, o dia mais esperado da semana, o dia em que todos lembram de Rebecca Black, de Happy hour, e de… dica de filme no Vera \o/

O filme dessa semana é feito por um dos meus diretores favoritos, Michel Gondry, o cara é um francês surtado, se você ver esse filme vai entender o quão surtado eu quero dizer, mas tem algumas coisinhas que você já deve ter visto dele, e nem sabe (e se não viu também, agora é sua chance 😉 ). Pra começar o cara fez um dos clipes mais famosos do White Stripes: The Hardest Button To Button 

Talvez você não lembre, mas o clipe fez tipo MUITO sucesso na época, coisa de fazer pessoas que nasceram desse jeito com ciumezinho hoje. Pra você ter uma noção da repercussão, os simpsons fizeram uma paródia (como fazem com tudo que estoura no mundo pop)

Além disso, ele fez o clipe de Around The World, do Daft Punk, que muitos criticos consideram genial, pois o estilo minimalista de Gondry fez o clipe onde cada ator representa uma parte da musica (os robôs são as vozes, as caveiras as guitarras, as múmias as palmas, e assim por diante)

E como se o currículo do cara não bastasse, ele é apontado como o inventor do efeito mais famoso do filme Matrix (aquele em que a câmera gira em torno do personagem enquanto o tempo para) por causa da primeira cena do comercial que ele fez pra Smirnoff

Enfim, vou parar de falar do Gondry, porque o cara é foda, e se fosse pra ficar falando dele, isso daria muito mais de um post. Vamos falar do filme que eu considero a obra prima dele, e o ápice da atuação de Jim Carrey: Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças.

A trama de Brilho Eterno é a seguinte: um cara se apaixona por uma menina que age por instintos. Um dia ela resolve apagar ele da memória dela, através de um tratamento novo, em que você fica inconsciente, enquanto um operador de um aparelho apaga todas suas lembranças sobre determinada pessoa. O “apagado” é avisado e alertado para nunca mais entrar em contato. O cara não se conforma e toma exatamente a mesma decisão, o problema é que ele muda de ideia depois que o tratamento já começou, e dentro de sua própria mente, ele tenta reverter o tratamento. e você, apagaria ela ?
O mais legal do filme é que por mais insana que é a história, você acaba se identificando, ou vai dizer que você nunca quis simplesmente apagar alguém da sua vida? Melhor que isso, vai dizer que você nunca tomou essa decisão, e depois simplesmente se arrependeu? Brilho Eterno é simples, é lindo. Quanto mais você entra no universo dos personagens, mais tenta ajudá-los, mesmo estando do outro lado da tela, e fica angustiado da corrida-contra-o-tempo que eles participam a todo momento. Brilho tem a magia que poucos filmes Hollywoodianos possuem, o poder de contar uma história usando o silêncio, o olhar, e a espera, sem explosões ou piadas pastelões, afinal esse é o único filme, em que Jim te emociona, sem fazer suas caretas provindas de O Máscara

O elenco do filme é simplesmente brilhante, pois além de contar com Carrey, conta com Kate Winslet (Titanic), Kirsten Dunst (Homem-Aranha), Elijah Wood (Senhor dos Anéis), Mark Ruffalo (Ensaio Sobre A Cegueira). E estão todos simplesmente brilhantes. Gondry não utiliza efeitos especiais no filme, então tudo que você ver é jogo de câmera e/ou maquiagem, que faz com que você, caro leitor do Vera, imagine como o francês conseguiu fazer isso.

O filme tem quase duas horas (108 minutos), e entretêm do começo ao fim. É confuso, não há como negar, e o ideal para entende-lo completamente é vê-lo ao menos duas vezes (apesar de que sempre que eu vejo, descubro uma coisa nova), e super recomendo pra você, que já foi na festinha de São João com sua família, e quer brisar um pouco pensado em algo que vai um pouco mais além de bandeirinhas e música caipira 😉

Bom, essa foi a dica da semana, espero que vocês gostem, porque semana que vem tem mais.

Mantendo a inovação: confira o novo trabalho do Coldplay

O Coldplay já tem seu novo álbum pronto. Após o grande sucesso de Viva La Vida (2008) seu álbum mais exótico, os fãs ficaram bem ansiosos pelo novo trabalho, e para ver o que acontecerá com a banda inglesa amada pelos depressivos e odiada pelos alcoolatras (esse ouvem Oasis) (eu adoro Oasis).

Enquanto esperou, o mundo inteiro pode aproveitar a maré de shows da turnê de Viva La Vida, os caras praticamente não pararam e exibiram para os quatro cantos seu traje neo-monárquico. E enquanto esperaram, os fãs puderam ouvir nesse mês músicas inéditas do próximo EP que a banda lança no dia 26, primeiramente pela internet: Every Teardrop Is A Waterfall.

Chris Martin havia prometido um álbum que voltasse às raízes: músicas acústicas, simples e intimistas. Um tempo depois, para minha decepção, o vocalista se contradisse e afirmou que continuaria inovando e explorando a capacidade da banda. Enfim, o trabalho novo contará com a produção do lendário Brian Eno e promete ser sucesso mundial, o Vera recomenda a banda! Você ouve abaixo as três músicas divulgadas até aqui pela banda, e pode avaliar se aprova ou não.